Hoje a Igreja celebra a solenidade de todos os Santos e de todas as Santas. Trata-se de homens e mulheres cujas vidas foram dedicadas ao serviço de Deus e dos/as irmãos/ãs. Sua passagem neste mundo fez uma grande diferença e atraiu seguidores/as comprometidos/as a darem continuidade às suas obras e aos seus pensamentos.
A maioria deles/as teve uma origem bastante simples e humilde, outros/as, deixaram suas riquezas e status para se dedicaram aos mais pobres e até se tornaram um com eles, como São Francisco de Assis, Madre Teresa de Calcutá, Santa Dulce dos Pobres, etc. Vários/as se tornaram fundadores/as de Congregações Religiosas, as quais se comprometem com obras de caridade, educação, saúde, missões em lugares periféricos e esquecidos pelas autoridades governamentais, etc.
O Evangelho de Mateus 5,1-12 apresenta o sermão de Jesus na montanha: as bem-aventuranças. Segundo o Papa Francisco, o termo “bem-aventurado” é “sinônimo de santo, porque expressa que a pessoa fiel a Deus e que vive a Sua Palavra alcança, na doação de si mesma, a verdadeira felicidade” (Exortação apostólica Gaudete-et-exsultate, 19 de março de 2018, n. 60).
Maria Cristina Giani, mcr afirma que “quando lemos cada uma das Bem-aventuranças: Bem-aventurados os pobres de espírito, os aflitos, os mansos, os que têm fome e sede de justiça, os misericordiosos, os que promovem a paz, os puros de coração, os que são perseguidos por causa da justiça… estamos contemplando a Jesus! As diferentes narrativas dos evangelhos desvelam como Jesus viveu este projeto de vida e por isso é feliz, é bem-aventurado!”. (https://www.ihu.unisinos.br/593965-solenidade-todos-os…).
Portanto, ser santo/a é amar, fazer o bem, perdoar, interessar-se pelos demais, é ser feliz na doação de nossas vidas aos demais, pois “há mais felicidade em dar do que em receber” (At 20,35). Louvemos, pois, ao Senhor, o Santo por excelência e aceitemos Seu convite a nos tornarmos santos/as.
O Pe. Teodoro, nosso fundador, ao escrever sobre os santos, os “bem-aventurados”, disse: “Procuremos imitá-los em tudo, mas mormente em sua coragem e sua fidelidade” (Teodoro Ratisbonne. Migalhas Evangélicas, p. 440).
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